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Marian Dragulescu pode não participar das Olimpíadas ou até mesmo encerrar carreira


O ginasta romeno Marian Dragulescu foi vetado pelos médicos de treinar por causa de uma lesão nas costas e pôs em dúvida a participação nos Jogos Olímpicos de Pequim e a própria continuidade da carreira.

Dragulescu já foi três vezes campeão mundial do solo, especialidade de Diego Hypólito, e tem a medalha de prata das Olimpíadas de Atenas no exercício.

"Eu tenho um problema nas costas novamente e os médicos pediram para eu ir aos Estados Unidos para exames mais detalhados, que não podem ser feitos na Romênia. Eu vou saber se minha carreira está prejudicada após estes exames", disse o romeno.

Ano passado, Dragulescu já havia sido vetado para a disputa do Mundial de Stuttgart, onde viu o brasileiro ficar com o ouro. Em 2006, o romeno tinha tirado o primeiro lugar de Hypólito na competição.

"Fiquei assustado quando os médicos pediram para eu parar e analisar melhor se há um perigo para a minha carreira", completou o ginasta neste domingo.

UOL Esporte entrevista Daiane dos Santos


UOL Esporte: Como está sua preparação para os Jogos Olímpicos?Daiane dos Santos: Estou treinando a mil! Meu foco está, desde o ano passado, todo voltado para Pequim. Estou recuperada da lesão, treinando normalmente. Não senti mais dores, e espero que consiga melhorar neste ano.

UOL Esporte: Como você reagiu às várias lesões que teve no ano passado? DS: Na verdade, não foram vários problemas, foi um só no pé, uma lesão grave, séria. Fiquei quatro meses parada para recuperar. Tive um problema na cartilagem, que é algo difícil de recuperar, tinha até um pedacinho de osso solto. Eu já estava machucada antes do Pan, tinha uma infecção no pé, mas ela se agravou e virou uma lesão. Não acho que tenha sido um ano ruim. Acho que lesão acontece no esporte, nos horários mais impróprios.

UOL Esporte: E já sabe como será sua coreografia nas Olimpíadas? Você vai mesmo mudar a música? DS: Estamos vendo isso ainda. Ainda não sei se vamos trocar a música ou mexer na coreografia. Estamos treinando há dois meses. Já voltei a fazer a parte acrobática, os movimentos estão saindo direitinho, e estamos limpando os elementos. Antes de Pequim, ainda temos etapas de Copa do Mundo. Depois definiremos a série

UOL Esporte: Você acha que esse é o grupo mais forte que o Brasil já teve para uma olimpíada? DS: Não sei se é o mais forte, mas temos muitas chances. Eu tenho chance no solo, sou a primeira do ranking. Tem a chance da Jade, do Diego, até da Laís se estiver bem no salto, sem contar a equipe. Acho que nossa equipe tem chance de brigar pelo terceiro ou quarto lugar, mas isso não é uma promessa.

UOL Esporte: Essa vai ser a competição mais importante da sua carreira? DS: Eu acho que toda competição é importante. Essa agora é a mais importante porque meu foco está todo nela. Até tranquei a faculdade neste ano, para poder me dedicar só a isso. [Daiane cursa o sétimo semestre de Educação Física na Faculdade Dom Bosco]

UOL Esporte: Você já definiu se vai se aposentar após Pequim? DS: Logo após Pequim não, porque eu ainda quero disputar a grande final da Copa do Mundo no fim do ano. Depois, eu não sei. Procuro sempre pensar em um ano de cada vez.UOL Esporte: Como você acha que será esse momento de encerrar a carreira?DS: Vou estar preparada. Todo atleta tem o seu limite, mas ele não precisa estar sem condição nenhuma de competir para se aposentar. Às vezes a gente tem aquela sensação de dever cumprido. Será uma decisão minha. Vou passar a ver a ginástica por outro lado, mas sempre estarei envolvida com ela.

UOL Esporte: A seleção permanente em Curitiba terá fim após as Olimpíadas. O que você pensa disso? DS: Agora não tem como achar nada, porque ainda não sabemos como tudo vai ficar. Só sei que vou treinar em São Paulo [no Pinheiros] como aqui, mas nada vai mudar em termos de treino. Cada atleta vai continuar seu ritmo. Espero que não comprometa nossos resultados. A gente já aprendeu muito, agora é só manter.

UOL Esporte: E a mudança para São Paulo, será tranqüila? DS: Ah, eu estou acostumada com cidade grande. Gosto muito de São Paulo, tenho parentes lá. Acho que não vou estranhar muito, porque gosto do agito e isso é o que mais tem em São Paulo. Vou estranhar o trânsito, mas já falei para os meus amigos que vou comprar uma bicicleta (risos).

Daniele e Laís não prevêem dificuldades de adaptação após fim da seleção


Se os clubes já estão empolgados com a desintegração da seleção permanente de ginástica artística após os Jogos de Pequim, as atletas da equipe não querem pensar em outra coisa agora que não sejam as Olimpíadas. Entrevistadas pelo UOL Esporte, Daniele Hypólito e Laís Souza admitem que seu foco é outro neste início de ano.

"Pra falar a verdade, nem tenho pensado muito nisso, porque o nosso foco agora é a olimpíada. Sempre tive o Flamengo como clube, acho que não terei problema de adaptação, mas realmente não sei o que vai acontecer", afirma Daniele, que, mesmo natural de Santo André, viveu grande parte de sua infância no Rio de Janeiro e, há anos, é atleta do clube da Gávea. "A presidência da CBG [Confederação Brasileira de Ginástica] vai mudar, os projetos vão mudar, e toda mudança leva um tempo".

Estudante de Educação Física da Faculdade Dom Bosco, a veterana atleta admite que sua única dificuldade ao sair de Curitiba será transferir-se para outra escola no retorno ao Rio. "Pra mim, o mais difícil vai ser mudar de faculdade, porque cada uma tem sua linha de ensino", explica Daniele. "Mas agora minha matrícula está trancada, porque esse ano é muito importante para nós atletas. Ficaria difícil conciliar o ritmo forte dos treinamentos com os estudos".

Sobre o resultado das atletas em competições internacionais, a ginasta não acredita que a dissolução da seleção permanente possa ser negativa. "Nós, atletas, vamos continuar treinando da mesma maneira. Não é porque a gente vai pro clube que deixaremos de pertencer à seleção. A diferença é que, agora, as seletivas para integrar a seleção vão voltar a acontecer", comenta. "Com certeza, os clubes vão ter que readaptar suas estruturas, porque já faz quase seis anos que treinamos com a seleção em Curitiba".

Recomeço para Laís

Enquanto Daniele Hypólito permanece no Flamengo, Laís Souza tem outro desafio pela frente. Depois de anos defendendo clubes paranaenses, a ginasta de Ribeirão Preto já definiu seu retorno a São Paulo, agora para a capital do estado, onde treinará no Pinheiros. O acerto com o clube já está apalavrado, faltando apenas a assinatura no contrato.

"Tenho que ir pra São Paulo para resolver, mas só falta fechar", confirma Laís, que ainda não consegue imaginar as conseqüências de sua mudança. "Ainda não deu tempo de parar pra pensar sobre isso. É uma nova experiência. Vou experimentar, mas acho que tem tudo para dar certo".

Para a atleta de 19 anos, cada uma das ginastas que deixam a seleção permanente poderá seguir um caminho de sucesso, desde que se dedique com a mesma intensidade apresentada em Curitiba. "Acho que o sucesso em outras competições daqui pra frente vai depender de cada uma. Quem quiser continuar treinando forte, vai ter resultado".

Clubes 'comemoram' dissolução da seleção permanente de ginástica


Repleto de expectativas para os Jogos de Pequim, o universo brasileiro da ginástica artística já está se preparando para um novo cenário pós-olimpíada. Logo após a competição, a seleção permanente será desintegrada, uma vez que a atual diretoria da Confederação Brasileira de Ginástica, presidida por Vicélia, será substituída em eleição no início de 2009. Cada uma das nove atletas que hoje compõem o grupo migrará para um novo clube, e as agremiações vêem aspectos bastante positivos na novidade.

A proximidade do fim do grupo permanente promoveu uma verdadeira corrida entre os clubes em busca de contratações e renovações. O Pinheiros, que contava com Adan Santos e Luiz Augusto dos Anjos da seleção masculina, investiu pesado e trouxe para o seu elenco ninguém menos do que Daiane dos Santos e Laís Souza (que ainda não assinou, mas já está apalavrada com o time). O Flamengo, de Daniele Hypólito, Diego Hypólito e Victor Rosa, teve muito trabalho, mas conseguiu segurar Jade Barbosa. O Grêmio Náutico União, de Mosiah Rodrigues, terá de volta Juliana Santos.

Os clubes são unânimes em dizer que sua visibilidade será maior a partir de setembro. Para aqueles que já cediam suas atletas à seleção, será uma maneira de, efetivamente, lucrar com elas, já que os salários sempre foram pagos mesmo com as meninas em Curitiba.

"O clube forma e, quando elas estão prontas, a seleção leva. A gente acaba tendo pouco retorno", explica Patrícia Amorim, vice-presidente de esportes olímpicos do Flamengo. "Além disso, fica um legado para o clube e para o esporte. Com elas lá em Curitiba, os treinadores dos clubes acabam não aprendendo nada. Seria interessante trabalhar em parceria, havendo um intercâmbio com a CBG. Assim, nós estaríamos habilitados para descobrir novos talentos. Do jeito que está, fica caro para o clube".

Adriana Alves, técnica do Grêmio Náutico e membro do comitê técnico de ginástica artística da CBG, atenta para outro fator. "Os atletas em casa, nos clubes, servem como espelhos para os grupos em formação. A presença deles aumenta o número de alunos e a condição técnica do clube", diz a treinadora. "O Pinheiros está buscando uma visibilidade maior, por isso está contratando atletas renomados", informa a assessoria de imprensa do clube paulista.

Apesar da empolgação, as agremiações sabem que terão de sofrer uma readaptação para receber atletas de alto nível. "A seleção tem um estrutura de primeiro mundo. Nos clubes nós não temos essas condições", admite Adriana Alves, que também prevê dificuldades iniciais para as atletas. "Hoje nós temos uma seleção com os melhores equipamentos, um espaço grande para treinamento, escola para as meninas, assistência médica. Retornando aos clubes, elas vão ver que cada um tem suas peculiaridades. Elas vão ter que dividir o espaço com as escolinhas e os grupos em formação. Isso vai dificultar pra elas, que estão acostumadas com mordomias lá em Curitiba".

Para bancar as novas despesas, que incluem alto investimento em infra-estrutura e pagamento de salário, os clubes já pensam em como angariar uma renda extra. É o caso do Flamengo. "O clube tem o patrocínio geral da Petrobras e da Nike. Queremos aliar outras receitas buscando novos recursos. O departamento de esportes olímpicos tem um orçamento anual. Agora, as prioridades são a ginástica e o basquete. Então, vamos rearranjar as finanças, e as outras modalidades vão receber menos. É uma disposição orçamentária. O ideal seria que houvesse um patrocínio individual para cada modalidade".

Não subestimem as meninas da Ginástica Brasileira

A cada ano, a Ginástica brasileira vem se destacando mais. Em meados de 1990, Luísa Parente mostrou o que sabia fazer de melhor e conquistou medalhas de ouro nas barras assimétricas e salto sobre o cavalo no Pan de Havana.

Muitooo tempo depois, em 2001, saímos do reconhecimento continental, para o mundial com Daniele Hypólito, vice-campeã do solo.

Em 2003, Daiane foi a primeira brasileira a ser campeã de alguma categoria da Ginástica e, apesar de suas más fases nestes últimos anos, ainda lidera o ranking do solo. Uma negra de muita determinação e talento, que com muita certeza, batalhará ao máximo para brilhar em Pequim.

Apesar destas duas medalhas em Mundiais, foram precisos 16 anos, para voltarmos a sentir o gostinho de ganhar a medalha dourada em Pan-Americanos e a estrela da vez, Jade Barbosa, no salto sobre o cavalo! Esta ginasta, conquistou o terceiro lugar no Individual Geral, que por muito pouco, seria a campeã da categoria, poderia lever outra medalha, mas foi inédito para o nosso país. E em uma competição nacional, assustou aos chineses, com o salto Cheng, mesmo não sendo executado com perfeição, foi espantosamente elogiada por todos.

Falando em equipe, em 2006 estávamos em sétimo lugar, e no ano passado, na quinta colocação. Podemos pensar que, devido a russa que tirou nota mínima em seu salto, tenha nos ajudado, talvez um pouco, mas esta posição é principalmente, mérito das ginastas brasucas, sendo que muitas delas, estavam contundidas. Daiane dos Santos, Laís Souza e Ana Cláudia Silva competiram com muitas limitações e foram submetidas a cirurgia. Juliana Santos ficou em casa, também machucada e Milena Megumi, apesar de sem lesões, infelizmente não teve oportunidade de nos mostrar todo seu potencial.

Na pontuação, ficamos apenas 0, 325 pontos atrás das italianas e se Deus quiser, as garotas estarão bem, treinar elas treinam, talento elas tem! Esperaremos com bastante esperança e ansiedade para ver essas meninas brilharem!



Daiane pensa em estender sua carreira


Ginasta, que anunciara adeus para dezembro e sofre com lesões, crê que 2008 pode ser ano mais tranqüilo desde 2003

Atleta fecha contrato com o Pinheiros e quer aproveitar primeira passagem pela cidade para finalizar estudo e investir em seu instituto


A assinatura de contrato com o Pinheiros representará uma extensão na carreira da ginasta Daiane dos Santos.

A atleta gaúcha, 25, que chegou a anunciar sua despedida dos tablados para Pequim, em agosto, e, depois, para a finalíssima da Copa do Mundo, em dezembro, agora quer ir além.
"Tenho acordo com o Pinheiros até o final do ano. Gostei muito da estrutura e do tratamento dado à ginástica. Por isso, toparia continuar em 2009, há até essa possibilidade no contrato", afirma a atleta.

O desejo de prolongar a carreira casa com outro projeto de Daiane, o de se finalizar a faculdade de educação física. Devido às idas e vindas de campeonatos e concentrações, ela tem assistido ao curso, segundo seu estafe, desde 2002.
"Tenho um projeto [o de lançar o Instituto Daiane dos Santos]. E, se tudo correr bem, será excelente, pois poderei competir, estudar e, ao mesmo, adquirir know-how para tirar o instituto do papel", afirma.

Após dois anos sem clube, Daiane diz ter ficado impressionada com o Pinheiros, que possui 40 ginastas (18 homens e 22 mulheres) e sete técnicos.
Mas, além dos projetos, principalmente, a campeã mundial em 2003 e atual líder do ranking mundial de solo afirma que o plano de esticar sua carreira deve-se ao fato de acreditar que esta temporada será a mais tranqüila desde que atingiu o estrelato no que diz respeito a contusões.
"Nos últimos anos, não pude competir muito. Eram os joelhos, o cotovelo, os pés. Agora ainda estou finalizando o processo de recuperação do pé direito, que passou por cirurgia no ano passado. Devo estar 100%, muito em breve", diz.

Apesar de ter tido suas últimas atuações prejudicadas pelas contusões, como no Pan e no Mundial, Daiane crê que pode render mais em 2008.
"Em 2007, sabia que tinha que atuar para ajudar a equipe. Agora, será diferente. Apesar de muitos não perceberem, faço três aparelhos [solo, salto e paralelas assimétricas]", diz.

A intenção de esticar sua carreira reforça estudo da Federação Internacional de Ginástica, que indica que as ginastas estão se aposentando cada vez mais tarde. Segundo o levantamento, as ginastas, que antes desistiam até 23 anos, agora têm atuado em média 3,5 temporadas a mais.
Daiane se apresenta no dia 20 ao Pinheiros, mas só deve figurar efetivamente na cidade a partir de setembro -será a primeira vez na carreira que ela irá se basear em São Paulo.
Ela só será dispensada da seleção após a Olimpíada.

A ginasta diz que o desejo de esticar a carreira não significa deixar a elite. "Não sabemos como ficará a seleção após a Olimpíada, mas lutarei para estar lá. E, com o Pinheiros, posso disputar o Brasileiro."
O clube acenou com a vontade de estender o vínculo com a ginasta. "Com a Daiane, o Pinheiros quer motivar os atletas a conquistar mais resultados para o país", afirma o presidente Antonio Moreno Neto.
Pelo contrato, a atleta também tem liberdade para angariar patrocínios pessoais, que não ostenta no momento.


Hamm retorna de aposentadoria e se vê aspirante ao ouro olímpico

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O norte-americano Paul Hamm, atual campeão olímpico de ginástica artística na classificação geral por aparelhos, encerrou seu período de "férias voluntárias" e já se vê como aspirante ao título nos Jogos de Pequim, em agosto.

Em sua primeira competição depois de dois anos e meio, em torneio nos Estados Unidos disputado no fim de semana, Hamm ficou com o título com facilidade.

O resultado fez com que o ginasta já se empolgasse com a possibilidade de ir a Pequim e conquistar outro ouro. Para isso, ele vê como obstáculo o chinês Wei Yang. "De nenhuma maneira eu penso que posso vencê-lo, mas sei que posso fazer isso se ele cometer algum erro."

Para os companheiros de Hamm na seleção dos EUA, ele é, desde já, um dos favoritos. "Ele não tem nenhum ponto falho", disse Sasha Artemev, bielo-russo naturalizado americano. "É forte nos seis aparelhos, enquanto Wei falha na barra. Para mim, Hamm é o homem a ser batido."

Hamm, 25, voltou aos treinamentos há sete meses. No período afastado, o ginasta se dedicou aos estudos e finalizou a faculdade de contabilidade.

Vejam a incrível série de barra fixa das Olimpíadas de Atenas:

Pinheiros parece querer contratar Laís Souza


Segundo site "A Tarde" que além de Jade Barbosa, o mais novo clube de Daiane dos Santos, pinheiros, quer contratar a paulista Laís Souza depois das Olimpíadas, quando a seleção permanente será desfeita. Espero que o clube tenha estrutura muito boa e condições realmente boas para manter essas três estrelas da ginástica Brasileira.

As últimas do Bloguinho da Jade

Jade cada vez mais longe do Flamengo:
A ginasta Jade Barbosa pode seguir os passos de Daiane dos Santos e poderá treinar em São Paulo, mais precisamente no clube Pinheiros. Leia mais.

Jade participa da votação internacional pelo International Gymnat:
Olá, o IG (International Gymnast) está promovendo uma votação entre os melhores de 2007... Leia mais.

Flamengo oferece pouco e Jade deve ir para o Pinheiros:
O pai da ginasta Jade Barbosa, César Rodrigues, saiu triste da reunião desta sexta-feira com o departamento de Finanças do Flamengo para decidir o futuro de sua filha... Leia mais.

Serenidade, o trunfo de Diego para Pequim

GLOBOESPORTE.COM - Simone Evangelista

O ano de 2008 tem tudo para ser o mais importante da vida de Diego Hypólito, que se prepara para ir às Olimpíadas pela primeira vez. No entanto, surpreendentemente, o ginasta vive um início de temporada mais tranqüilo do que nos anos anteriores.

- Voltei das férias muito melhor do que no ano passado. Emagreci mais. Em 2007, voltei com 71kg, desta vez voltei com 67kg. Mas não me preocupei. Brinquei muito, passei, aproveitei para voltar à infância. Estou realmente descansado - garante o ginasta.

A serenidade de Diego tem explicação: com o sonho de disputar os Jogos adiados em 2004 (o ginasta não conseguiu se classificar no Pré-Olímpico de 2003), o ginasta estava ansioso para garantir a chance de disputar a competição no auge de sua carreira.

- Ir para as Olimpíadas era muito difícil. Se a seleção não se classificasse no Mundial Pré-Olímpico, eu só teria uma chance, no meu melhor aparelho (Diego se classificou após conquistar o bicampeonato mundial no solo). São cinco minutos de apresentação e uma chance que você só tem de quatro em quatro anos. Em 2003, a equipe não se classificou e eu não fui para as Olimpíadas. Isso me preocupou muito. É o único campeonato que eu quero disputar e ainda não consegui. Agora que me classifiquei, estou mais tranqüilo.

Para brilhar em Pequim, a receita de Diego é simples: muita dedicação nos treinos. No entanto, apesar da rotina pesada de preparação, o ginasta não pretende abrir mão de seus passatempos, como ir à praia. Neste momento, por exemplo, ele conta os minutos para uma de suas datas prediletas: o Carnaval.

- Eu vou à praia, não deixo de fazer nada que eu goste, desde que não atrapalhe o meu treinamento. Vou desfilar na Portela mais uma vez, fui aos ensaios da escola e espero mais um show na Sapucaí - conta.

Pinheiros também quer a estrela Jade

Ginástica Artística

A nossa estrela Jade Barbosa está na lista de reforços do Pinheiros para a temporada 2008, ano passado campeã pan-americana do salto e bronze no individual geral no Mundial de Stuttgart.

Além de negociar com a carioca de 16 anos.... (leia mais).

Ginasta Pernambucana Treina em Curitiba


Desde o início do mês os dias estão sendo diferentes para a ginasta Letícia Lima e sua técnica Marileide da Costa. As duas pernambucanas estão em Curitiba realizando um estágio de treinamento no Centro de Excelência da Ginástica Artística.

Letícia faz parte do projeto Espaço Criança Esperança, que tem como objetivo tirar crianças das ruas e coloca-lás para praticar um esporte. Entre as atividades desenvolvidas está a ginástica artística, que tem 125 crianças participantes. Para a técnica Marileide a atleta Letícia se destacou entre a turma e é uma promessa pernambucana. “Ela tem uma estrela dentro dela, só precisa treinar, porque talento ela tem”.

E é pensando neste treinamento mais avançado que ginasta e técnica vieram a Curitiba. Com ajuda do projeto e da Confederação Brasileira de Ginástica elas ficarão vinte dias na cidade treinando em aparelhos oficiais. “O ginásio aqui é completo, a estrutura é impecável, lá a gente não tem um espaço fixo, não tem paralela, e os aparelhos que temos é tudo improvisado”, comentou Marileide.

Para a técnica os vintes dias aqui vão equivaler a muitos meses de treinos em Pernambuco. “Estou espantada com tudo que Letícia está assimilando, ela já está fazendo quase todos os elementos necessários para participar do Torneio Nacional no nível avançado”. E para Letícia os treinamentos estão com um gostinho diferente.

“Aqui é muito bom treinar, ainda mais treinando ao lado das meninas da seleção, um dia quero ser igual a elas.”

CBG

Destino das ginastas da seleção permanente começam a ser traçados


Após 10 anos, a ginástica feminina brasileira será delineada fora de Curitiba. A transição política da Confederação Brasileira da modalidade, mesmo marcada para 2009, antecipou as decisões sobre o destino das atletas. Após os Jogos Olímpicos de Pequim, apenas três das nove ginastas da seleção pretendem permanecer na capital.

A debandada – iniciada com o fim da seleção permanente masculina em 2007 – , terá várias direções e levará consigo as principais expoentes do esporte.

A primeira a indicar o seu futuro foi Daiane dos Santos. Na semana passada, ela confirmou as negociações para transferir-se para o Pinheiros (SP) ao fim do seu último ciclo olímpico. A idéia é tanto treinar como iniciar a transição para fora dos aparelhos. Este ano, Daiane conclui a faculdade de Educação Física e gostaria de trabalhar como treinadora ou coordenadora de equipe.

“Ainda faltam alguns detalhes burocráticos com o clube e não está tudo definido. A estrutura lá me motivou”, explicou a Pérola Negra. O Pinheiros firmou recentemente uma parceria com a tradicional academia paulista de ginástica Yashi.

Daniele Hypólito e Jade Barbosa nem precisam negociar a mudança. Formadas no Flamengo, a troca do local de treinamento terá o sabor de uma volta para casa. “Tenho uma identificação muito grande com as cores do clube e também gostaria de voltar por toda a minha história lá”, comentou Daniele, que pretende seguir a carreira até a Olimpíada de 2012, em Londres. “Vou ficar mais perto da minha família e para o clube é importante ter uma atleta treinando lá”, acrescentou Jade Barbosa, promessa brasileira na China.

Com o encerramento das atividades da seleção permanente. A gaúcha Juliana Santos também pretende retornar ao antigo lar, o Grêmio Náutico União, em Porto Alegre.

Já Milena Miranda, da Yashi-SP, estuda ficar em Curitiba “Eu ainda não sei, mas gostaria de continuar com a minha técnica, porque já estou acostumada.”

Irina Ilyaschenko será a única estrangeira a permanecer na cidade. Oleg Ostapenko e a esposa Nadia encerram seus contratos após os Jogos de 2008. Símbolo da revolução da ginástica, Oleg até analisa continuar no Brasil, mas como um consultor de treinadores e não mais como o responsável pela equipe nacional.

No caminho inverso de Milena, Laís Souza, filiada à Federação Paranaense, examina os convites recebidos para deixar a cidade. “Acho que seria legal mudar um pouco, conhecer outras pessoas, outros desafios”, disse.

Assim, seguem com boas chances se prosseguir o trabalho no Paraná apenas Khiuani Dias, Ethiene Franco e Ana Cláudia de Araújo. Após representarem a Universidade do Esporte (agora extinta) e a Associação Sanepar, as atletas seguiriam defendendo a Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal do Paraná (APCEF/ PR), parceria sacramentada em agosto passado.

“Não vejo o risco deste apoio ser ameaçado pela saída de algumas atletas”, afirmou a coordenadora geral da seleção, Eliane Martins.

Ginástica brasileira sonha fazer bonito em Pequim

Daiane pode treinar em São Paulo


Daiane dos Santos tem "planos paulistanos" para depois dos Jogos de Pequim. A ginasta está em negociações bem encaminhadas com o Esporte Clube Pinheiros, onde deve atuar não só como atleta, mas como treinadora ou coordenadora da equipe de ginástica... LEIA MAIS.

Últimas de 2007: Laís Souza

Não podemos esquecer dessa ginasta extremamente talentosa e linda também, concerteza.

2005 e 2006 foram dois anos gloriosos pra nossa ginasta, chegou a ser apontada como revelação da ginástica brasileira pelo técnico Oleg Ostapenko, além de receber o Prêmio Brasil Olímpico, em 2006.

Em 2007, Lais não conseguiu repetir o desempenho dos anos anteriores, apesar das três medalhas por equipe (bronze no salto e barras paralelas e prata por equipe) conquistadas nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro.

Para Laís, o motivo para um 2007 menos glorioso foram as contusões, cirurgias e até uma internação, ocorrida na semana passada. A ginasta passou por cirurgias nos dois tornozelos e no peito do pé, em razão de fraturas por estresse. Laís ainda sente dores nas regiões operadas e acredita que terá de superar estas e outras dificuldades para garantir uma vaga na equipe que disputará a Olimpíada de Pequim.

Tenho que treinar forte e voltar a conseguir bons resultados. Experiência e técnica eu já tenho, pois ninguém esquece de uma hora para outra – acredita.


Falta de água provocou internação da ginasta

No dia 20 de dezembro de 2007, Laís Souza foi internada em Curitiba com problemas de cálculo renal. A ginasta passou cinco dias no hospital.

– Segundo os médicos o problema foi causado basicamente pela baixa ingestão de água. A gente bebe menos água do que o normal e acaba dando problema, como aconteceu comigo. A Jade também teve alguma coisa parecida com o que eu tive. O peso é uma preocupação da gente também, né! – revela a ginasta, atualmente com dois quilos acima dos 48 ideais.

– Comecei a treinar com uma carga de 30% do normal e hoje estou já nos 60% do que estava acostumada. Em janeiro volto ao ritmo de sempre – emenda a atleta, que buscará em 2008 sua segunda participação nos Jogos Olímpicos. Em Atenas-2004, esteve na equipe que ficou em nono lugar.

Nesse ano, estaremos montando uma reportagem especial sobre as principais ginastas da seleção. Aguardem...

Essa reportagem foi baseada em dados da Lancenet, muito obrigado.

Diego Hypólito: 'Não vou olhar ninguém este ano'

Ansioso por competir em Pequim, o campeão mundial da ginástica faz planos para brilhar na Olimpíada. A preparação prevê treinamento intensivo e até alimentação especial .

Danielle Rocha

Rio - Antes mesmo de Diego Hypólito se tornar o melhor ginasta do mundo no solo, seu técnico, Renato Araújo, fazia exercícios diários de visualização, tendo o pupilo no alto do pódio. A imagem que tanto o emocionava permanece só que o cenário passa a ser Pequim. E para ver realizado o sonho que falta, a dupla vai trabalhar firme em novas séries no solo e no salto e se cercar de pequenos cuidados médicos.



A temporada passada foi puxada para o campeão. Não só pela carga de treinos e competições importantes, mas também pelas lesões consecutivas. Durante os 19 dias de férias, Diego nem sequer jogou bola. Preferiu viajar e se desligar de esporte. O Ano-Novo foi na Argentina, onde conviveu com um assédio que não esperava.

Como foi o seu período de descanso?
Fiquei exausto no fim da última temporada. Quis me desligar de tudo, porque sei o quanto vai ser difícil este ano. Mas o assédio de brasileiros e argentinos em Buenos Aires foi sem noção! Eu, no entanto, me cuidei. Não engordei (em 2007, ganhou três quilos nas férias). Agora, quero fazer um tratamento que indique através dos exames de sangue o que falta na minha alimentação, o que vai ser importante na reposição e na recuperação mais rápida (e até prevenir lesões).

Vê necessidade de um trabalho psicológico para ajudar a controlar a ansiedade de um ano olímpico?
Estou ansioso, mas é porque quero competir logo. Não sei como vai ser lá, mas sei que não posso deixar isso virar um bicho-de-sete-cabeças. Sempre fui muito tranqüilo e desenvolvi um trabalho emocional meu. Já via o Tiago Camilo, judoca campeão mundial, se desligar em competição. (Diego faz isso ouvindo a música ‘Gladiator’, desde seu primeiro título mundial, em 2005). Sei que posso acordar num dia ruim, mas faço simulação de competição todos os dias no treino para evitar que algo dê errado. Mas acerto bastante e isso me dá um bom passaporte para os Jogos Olímpicos de Pequim.

O que vai mudar na sua série de solo? O ‘Hypólito’ fará parte dela?
Ela vai ficar muito mais técnica, com muita coisa diferente e seqüência mais difícil. Preciso apresentar algo a mais. Minha nota de partida será de 17. A titular era de 16,70. O ‘Hypólito’ é muito difícil e existe uma probabilidade de erro. Se entrar, optaremos pelo ‘Hypólito 2’.

A primeira apresentação está prevista para que torneio? Quantas competições fará durante a preparação para Pequim?
Quero fazer a série nova já em março, quando estão previstas duas etapas da Copa do Mundo: Lyon e Cottbus. Vamos fazer esse teste. Antes de Pequim, serão quatro ou cinco campeonatos.

Logo após o Mundial Pré-Olímpico, você disse que queria ter a chance de treinar num solo de mesma marca do que será utilizado nos Jogos de Pequim. Como isso será feito?
A aparelhagem que temos aqui no Flamengo é a mesma usada em Mundiais. A de Pequim será diferente. Parece que a CBG vai comprar a que será usada lá.

Você tem o costume de acompanhar o desempenho dos seus principais adversários?
Não vou olhar para ninguém este ano. Sei o que podem apresentar e que não vão mudar muita coisa. Eu sempre mudo as séries a cada Mundial. O Marian Dragulescu não vai mudar a dele porque já chegou a um nível muito alto. E também não vai surgir ninguém.

Especial - últimas notícias do Bloguinho da Jade

Pela internet, Jade assusta China:
Novo salto da ginasta que a coloca como candidata ao pódio na Olimpíada chega à principal adversária via YouTube... Leia mais.

Carência de patrocínio magoa Jade:

Mesmo depois de substituir Daiane dos Santos e Daniele Hypólito na condição de estrela da ginástica artística nacional em 2007 e se tornar tão popular a ponto de ser convidada à "Ilha de Caras", Jade Barbosa, não ostenta hoje patrocínio pessoal... Leia mais

Ginasta da Bulgária, Jordan Jovchev anuncia aposentadoria após Beijing


O ginasta búlgaro Jordan Jovchev detentor de dois títulos mundiais, anunciou nesta quarta-feira que encerrará a carreira após os Jogos Olímpicos de Pequim em agosto.

Em entrevista a uma emissora local, o atleta de 34 anos confirmou que a quinta olimpíada de sua carreira, façanha inédita entre ginastas, será sua última competição. "Creio que está na minha hora de ir" afirmou Jovchev que não descarta dirigir a Federação Búlgara de Ginástica após sua aposentadoria.

Embora esteja longe do auge o atleta avisa que lutará para conquistar em Pequim seu primeiro ouro olímpico. Ele soma três bronzes e uma prata com suas participações em Sidney (2000) e Atenas (2004).

Os principais feitos de Jovchev são seus dois títulos mundiais. Em 2001 ele foi campeão nas argolas, dois anos depois garantiu o ouro no solo.



Solo de Jordan



Vídeo de Yelena Mukhina

O vídeo abaixo é de um mito da Ginástica, a russa Yelena Mukhina. Nasceu em Moscou no dia 01/06/1960.
Foi criada por sua avó Anna Ivanovna após a morte de sua mãe por causa do incêndio em sua casa quando ainda era uma criancinha.
Foi uma super ginasta, era a maior rival de Nádia Comanecci nas competições, mas poucos dias antes das Olimpíadas de Moscou, foi gravimente ferida ao executar uma pirueta de 540 graus no solo, ao cair de queixo e fraturando sua espinha cervical.
Faleceu no dia 22/12/2006 com uma parada cardíaca, depois de sofrer muito com depressão pela morte de sua vó no ano anterior.
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